Os dados do mercado de locação comercial mostram uma ascensão significativa no início de 2026, marcada por um aumento médio de 1,34% apenas no primeiro mês do ano. Esta variação é a mais expressiva desde abril de 2012, quando o registro foi de 2,07%. Além disso, no acumulado de 12 meses, o aumento nos preços chegou a 9,98%, evidenciando uma tendência de alta no setor.
Comparando com a inflação oficial, onde o IPCA registrou +0,33% em janeiro, e a variação anual de 4,4%, o movimento no mercado de aluguéis comerciais se destaca. Adicionalmente, o IGP-M subiu 0,41% em janeiro, mas mostrou uma variação negativa de 0,91% no acumulado de 12 meses. Estes dados indicam discrepâncias significativas entre a inflação geral e os índices específicos do mercado imobiliário.
Para contextualizar a movimentação em Campinas, a cidade registrou uma variação de +15,97% nos últimos 12 meses, um aumento considerável comparado outras localidades como Rio de Janeiro (+13,78%) e São Paulo (+9,34%).
Essa variação em Campinas pode ser parcialmente atribuída ao dinamismo do mercado local e ao potencial atrativo dos bairros mais centrais como Cambuí e Nova Campinas.
Além de Campinas, Brasília liderou as altas, com uma variação de +23,88% nos aluguéis de conjuntos comerciais. O Rio de Janeiro e Salvador também apresentaram aumentos significativos de +13,78% e +10,62%, respectivamente.
Apesar do aumento nos aluguéis, os preços de venda de salas e conjuntos comerciais registraram variação modesta. Em janeiro de 2026, houve um incremento de 0,11%. No ano, os preços subiram apenas 2,39%. Para efeito comparativo, Campinas registrou uma tímida variação negativa de -0,09%, enquanto Curitiba liderou com um aumento de +8,13% nos preços de venda.
Em Campinas, o aumento nos aluguéis sem um correspondente nas vendas pode ser interpretado como uma indicação de que os investidores estão preferindo a locação como estratégia de utilização de seus ativos nesta parte do ciclo econômico.
Para os investidores em Campinas, esse cenário apresenta tanto riscos quanto oportunidades. A subida nos preços de locação pode implicar em retornos maiores para proprietários capazes de reajustar aluguéis, mas exige também uma avaliação cuidadosa dos bairros em que atuam. Os dados destacam também a diferença de comportamento entre o mercado de locações e vendas, sugerindo potenciais estratégias diferenciadas para investidores que buscam maximizar seus retornos.
Para o futuro, a resposta a essas tendências deverá estar atenta às mudanças no cenário econômico mais amplo e à forma como influências macroeconômicas podem continuar a moldar o mercado imobiliário de Campinas.
| Dado | Valor |
|---|---|
| Aumento médio do aluguel (janeiro de 2026) | 1,34% |
| Maior variação mensal desde | abril de 2012 |
| Variação acumulada em 12 meses | 9,98% |
| IPCA em janeiro | 0,33% |
| IPCA anualizado | 4,4% |
| IGP-M em janeiro | 0,41% |
| IGP-M em 12 meses | -0,91% |
| Variação de preços em Brasília (12 meses) | 23,88% |
| Variação de preços em Campinas (12 meses) | 15,97% |
| Variação de preços no Rio de Janeiro (12 meses) | 13,78% |
| Variação de preços em São Paulo (12 meses) | 9,34% |
| Aumento médio de venda em janeiro de 2026 | 0,11% |
| Aumento nas vendas em 12 meses | 2,39% |
| Variação nas vendas em Campinas (janeiro de 2026) | -0,09% |
O mercado de aluguéis comerciais iniciou 2026 com um aumento de 1,34% em janeiro, marcando a maior variação mensal desde abril de 2012. Em 12 meses, a alta chegou a 9,98%.
Campinas registrou uma variação significativa de +15,97% nos últimos 12 meses, destacando-se no cenário nacional com uma das maiores altas no setor de locação comercial.
Os preços de venda de imóveis comerciais em Campinas tiveram uma leve variação negativa de -0,09% em janeiro de 2026.
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