A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) prevê um crescimento expressivo de 16% nas concessões de financiamento imobiliário Campinas em 2026, totalizando R$ 375 bilhões. Este cenário otimista se traduz em potencialidades significativas para o mercado imobiliário de Campinas, especialmente em bairros como Cambuí, Taquaral, e Barão Geraldo. Estes bairros poderão se beneficiar da expectativa de redução das taxas de juros e do aquecimento do mercado imobiliário.
A redução da Selic, atualmente em 15%, para uma previsão de 12,25% até o final de 2026, conforme a presidente da Abecip, Priscilla Ciolli, será um diferencial crucial para Campinas. Esta queda deve facilitar as condições para o financiamento imobiliário em diversas áreas da cidade.
Os bairros de alto padrão como o Cambuí, podem ver um aumento na demanda por imóveis de luxo, enquanto regiões voltadas para o público acadêmico e de tecnologia, como Barão Geraldo, poderão se beneficiar com a facilitação do acesso ao crédito. Já bairros que atraem famílias, como o Taquaral, se tornam ainda mais atrativos pela redução dos custos financeiros.
| Dado | Valor |
|---|---|
| Crescimento esperado | 16% |
| Montante total esperado para 2026 | R$ 375 bilhões |
| Selic atual | 15% |
| Selic prevista até fim de 2026 | 12,25% |
| Crescimento do funding via poupança (SBPE) | 15% |
| Atração de recursos via FGTS | 5% |
| Crescimento de recursos livres | 66% |
Campinas é um dos municípios mais importantes do estado de São Paulo, com uma economia dinâmica e diversificada. Essa cidade é um polo de alto interesse para investidores, tanto por sua infraestrutura quanto por sua proximidade com a capital paulista. Bairros como o Cambuí oferecem oportunidades de alto padrão, enquanto locais como Barão Geraldo atraem um público mais jovem e acadêmico, devido à presença da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Além disso, a expectativa de maior movimentação na concessão de financiamentos se dá não apenas pela redução nos juros, mas também pela liberação de cerca de R$ 38 bilhões em compulsório, o que oferece um ‘fôlego’ adicional ao setor. No entanto, é necessário que a política habitacional mantenha-se eficaz para que juros abaixo de 12% realmente sejam uma realidade alcançável.
Apesar do cenário favorável, a Abecip pontua que o mercado ainda enfrenta desafios, especialmente no que diz respeito ao acesso ao crédito pela classe média. Em 2025, mesmo com um crescimento de 3% nas concessões, os financiamentos via poupança caíram 13%, indicando uma vulnerabilidade ao comportamento de investimento dos consumidores. É essencial que os agentes locais adaptem suas ofertas ao perfil de seus clientes para capturar as novas oportunidades que surgem com essas mudanças.
Para Campinas, o foco em projetos que aproveitem essa onda de crescimento é essencial. Bairros e empreendimentos que se posicionarem estrategicamente para atrair tanto investimento quanto consumo terão uma vantagem competitiva nos próximos anos. Assim, esperar-se que o setor imobiliário da região não apenas se adapte, mas também prospere diante deste promissor cenário econômico.
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