A dinâmica do mercado de imóveis comerciais em São Paulo, especialmente em regiões como a Avenida Paulista e o Itaim Bibi, oferece lições valiosas e impactos diretos para o setor imobiliário de Campinas. O recente investimento de R$ 167,4 milhões no Edifício Top Center, localizado na Avenida Paulista, destaca o potencial de valorização através de retrofits. A partir dessa premissa, podemos fazer conexões diretas com áreas centrais de Campinas, como Cambuí e Nova Campinas, notórios por seus imóveis corporativos de alta qualidade.
Em 2020, a aquisição e remodelação completa de um edifício corporativo na Avenida Paulista resultou em ocupação integral, demonstrando a eficácia dos retrofits na valorização dos imóveis. Marcas fortes e contratos sólidos sustentam essa transformação, conforme aponta Jaqueline Rodrigues, gerente de Real Estate da empresa responsável. Em Campinas, essa tendência pode ser observada com exemplos práticos em bairros como Cambuí, onde a revalorização de edifícios antigos tem se mostrado um investimento estratégico para manter a atratividade comercial e a ocupação.
| Dado | Valor |
|---|---|
| Investimento | R$ 167,4 milhões |
| Preço Médio por m² (São Paulo) | R$ 121,74 |
| Crescimento Preço m² | 5,3% em relação a 2024 |
| Vacância (São Paulo) | 13,9% |
| Absorção Líquida (São Paulo) | 316 mil m² |
A dinâmica do Itaim Bibi, com sua alta absorção líquida de quase 17 mil metros quadrados em 2025 e saldo positivo de 10 mil metros quadrados no último trimestre, reforça a importância de localização estratégica e especialização em edifícios boutique. Como Campinas pode se beneficiar disso? A resposta está em bairros como Taquaral e Barão Geraldo, onde a proximidade com universidades e centros tecnológicos cria um ecossistema favorável para pequenas e médias empresas que buscam flexibilidade e rapidez na ocupação de espaços.
A Avenida Paulista se destaca por sua infraestrutura robusta de transporte público, um diferencial competitivo notado por Chrispin. Esse cenário tem relevância direta para regiões de Campinas, onde a mobilidade é igualmente crítica. Melhorar a logística e o acesso em áreas comerciais altamente demandadas poderia atrair mais investimentos, elevando a taxa de ocupação e reduzindo a taxa de vacância, atualmente um desafio em certas regiões.
Tanto a Paulista quanto o Itaim devem continuar a reduzir suas taxas de vacância em 2026. Campinas deve seguir essa tendência, utilizando as estratégias eficazes observadas em São Paulo. É vital que investidores locais considerem a adaptação e modernização de imóveis comerciais como um meio crucial para a valorização e manutenção de empregos. Com uma expectativa positiva no horizonte e insights validados de São Paulo, Campinas se posiciona para colher benefícios semelhantes em seu mercado de escritórios.
Os dados revelam que, apesar das diferenças estruturais entre São Paulo e Campinas, a influência do movimento de retrofit poderá ter um efeito transformador na valorização dos espaços corporativos e na ocupação total dos edifícios bem localizados e modernizados na cidade. Para mais informações, visite My House Campinas.