O recente levantamento do Índice FipeZap destacou que os bairros do Leblon e de Ipanema, no Rio de Janeiro, registraram os maiores preços de metro quadrado em janeiro de 2026. Com valores em R$ 25.777 e R$ 25.373 respectivamente, ambos os bairros cariocas também experimentaram aumentos significativos em um período de 12 meses: 6,5% no Leblon e 11% em Ipanema. Estas cifras superam consideravelmente os bairros nobres de São Paulo, como Itaim Bibi e Pinheiros, que apresentaram preços de R$ 19.461 e R$ 18.307, com variações menores de 4,8% e 1,9% respectivamente.
Santa Catarina também mostrou crescimento nos preços dos imóveis, destacando Balneário Camboriú com R$ 15.030 por metro quadrado e alta de 0,27% apenas em janeiro. Outras cidades como Itapema, Blumenau, Itajaí e São José registraram crescentes valorizações anuais, contribuindo para a consolidação do estado como um dos líderes em aumento de preços no setor imobiliário.
Para investidores em Campinas, o contexto nacional de aumento nos preços por metro quadrado em áreas premium pode influenciar estratégias de investimento locais. É provável que bairros bem posicionados em Campinas, como Cambuí e Taquaral, acompanhem as tendências de apreciação dos preços, dado seu perfil já consolidado de mercados buscados por compradores de alta renda.
Além do panorama nacional, investidores devem estar atentos às particularidades locais de Campinas, como a futura aplicação da outorga onerosa, que pode impactar diretamente os custos de novos empreendimentos e, consequentemente, a oferta imobiliária. Com a economia ainda se recuperando de períodos desafiadores, ajustes na política pública de urbanização e na flexibilidade de créditos imobiliários são esperados para estimular o mercado em 2026.
A presença de bairros com infraestrutura robusta em Campinas faz com que a cidade mantenha-se um polo atrativo para investimentos residenciais, particularmente nas áreas centrais, onde o desenvolvimento urbano é contínuo. Investidores podem considerar tanto a valorização de longo prazo ao apostar em áreas centrais, já bem estabelecidas, quanto o potencial de crescimento em regiões que ainda estão em fase de desenvolvimento urbano.
Embora Campinas não tenha os preços ultrajantes de Rio de Janeiro e São Paulo, a demanda por imóveis em áreas desejadas continuará a pressionar valores para cima, especialmente em bairros centrais e com boas escolas, serviços e área verde. Este fenômeno pode ser facilitado por políticas locais que incentivem a construção de novos equipamentos urbanos.
Portanto, 2026 pode ser um ano de definições para o mercado campineiro, com oportunidades promissoras para aqueles que buscam diversificar seu portfólio imobiliário, investindo em regiões em desenvolvimento que prometem maiores retornos.
| Dado | Valor |
|---|---|
| Leblon | R$ 25.777 |
| Variação em 12 meses (Leblon) | 6,5% |
| Ipanema | R$ 25.373 |
| Variação em 12 meses (Ipanema) | 11% |
| Itaim Bibi | R$ 19.461 |
| Variação em 12 meses (Itaim Bibi) | 4,8% |
| Pinheiros | R$ 18.307 |
| Variação em 12 meses (Pinheiros) | 1,9% |
| Balneário Camboriú | R$ 15.030 |
| Variação em janeiro (Balneário Camboriú) | 0,27% |
| Florianópolis | R$ 12.864 |
| Variação em 12 meses (Florianópolis) | 8,71% |
| PIB per capita Florianópolis | R$ 41.886 |
| Média renda mensal por domicílio | R$ 10.160 |
| Número de domicílios em Florianópolis | 220.000 |
Os bairros mais caros do Brasil, segundo o Índice FipeZap de janeiro de 2026, são o Leblon e Ipanema no Rio de Janeiro com preços por metro quadrado de R$ 25.777 e R$ 25.373 respectivamente.
Leitura de mercado: Campinas pode ver uma valorização em bairros como Cambuí e Taquaral, refletindo tendências nacionais, e potencialmente se beneficiando de políticas urbanas como a outorga onerosa.
Santa Catarina apresentou uma forte valorização com Balneário Camboriú liderando a alta em janeiro, com um preço médio de R$ 15.030 por metro quadrado e um aumento de 0,27% apenas no mês.
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